segunda-feira, 29 de julho de 2013

Sheol

O Sheol 
Os Nove Infernos, o Inferno, ou o Sheol, como é chamado, representa a designação do lugar que inicialmente foi uma dimensão-cemitério, dedicada a abrigar os cadáveres de Tehom e dos Deuses das Trevas, vencidos por Jeová durante as Batalhas Primevas.

Após a Guerra no Céu, Lúcifer e seus seguidores se refugiaram no Sheol, proibidos até mesmo a caminhar sobre a terra dos homens. Assim, eles foram confinados ao lugar que os anjos chamam de o “Porão” do cosmo.


Paraíso

O Paraíso 

O Paraíso é uma dimensão única, um cosmo particular, e está dividido em sete camadas.

A primeira delas, chamada de Vilon, é o lar dos Ishim, e contêm celeiros de neve e granizo, reservatórios de orvalho e chuvas, câmaras de tempestades e cavernas de nevoeiro. A camada guarda, em si, quatro reinos, controlados por anjos poderosos.

Cada reino é regido por uma província elemental e, em seu centro, como uma imponente capital, encontram-se construções magnânimas – a Cidadela do Fogo, capital da Província do Fogo; o Templo do Trovão, capital da Província do Ar; o Castelo das Ondas, na Província da Água; e o Palácio de Areia, núcleo da Província da Terra.

Foi de Vilon que partiram as hecatombes de antigamente, como o Dilúvio e a Grande Tempestade de Gelo, que marcou o início da última Era Glacial.

No Segundo Céu, Raqui'a, reina a completa escuridão sobre os criminosos ali acorrentados à espera do Juízo Final. Esse Céu contém a Gehenna, e seu reservatório de trevas. Nesse local, os maus são punidos e os anjos da casta dos Hashmallim os torturam.

Por milhares de gerações, antes da Queda de Lúcifer, a Gehenna foi governada pelo próprio Lúcifer. Nessa época remota, era para lá que seguiam as almas dos homens perversos, daqueles que viveram na corrupção e precisavam pagar por seus pecados.

Após a guerra contra Miguel, e a condenação da Estrela da Manhã e de seus servidores, a camada deixou de ser um calabouço de mortos, e tornou-se um Purgatório, um lugar de julgamento. Se forem julgadas inocentes, essas almas podem seguir viagem rumo ao Terceiro Céu, e gozar das maravilhas do Éden, mas se forem declaradas culpadas são atiradas ao Poço Profundo, aos domínios do Diabo no Inferno. Assim, o Céu fica livre dos espíritos corrompidos, e o Sheol recebe com prazer os novos visitantes.

Em Raqui'a também está fixado o Cárcere do Medo, uma prisão destinada aos anjos foras-da-lei e aos demônios mais perigosos. Três dos anjos renegados, capturados com vida, foram trazidos para cá, para serem posteriormente assassinados, sob tortura.

No Terceiro Céu, Shehaquim, localiza-se o Éden, uma terra cheia de maravilhosas árvores frutíferas, colinas, montanhas, vales, planícies e florestas de magnífica beleza, onde reina a completa harmonia. Esse é o destino final dos justos que viveram em nome da honra e da bondade.

Inúmeras colônias espirituais – verdadeiras cidades onde impera a lei da caridade – estão espalhadas por todo o Éden. Elas são guiadas por almas evoluídas, como os espíritos dos santos, mártires e profetas.

O Jardim do Éden terreno recebeu este nome devido à sua incrível semelhança com o seu equivalente celestial. Shehaquim é a última camada permitida aos desencarnados, aos humanos já mortos.

O Quarto Céu, Zebul, é o Céu intermediário, a camada que divide o Paraíso. Dali para cima habitam os anjos e os arcanjos, e por isso Zebul está defendida por dezenas de fortalezas, patrulhadas pelos Querubins.

Esses fortes têm por objetivo bloquear qualquer invasão, garantir a integridade da morada dos alados, e salvaguardar o trono de Deus.

Logo acima desse, o Quinto Céu, Ma'on, abriga o Palácio Celestial, onde o Conselho dos Arcanjos toma suas decisões, assistido pela Assembléia dos Arautos – poderosos anjos que representam suas castas junto aos Gigantes. Atualmente, contudo, Miguel isolou-se de tal forma que a solidez do conselho se tornou uma farsa.

O Sexto Céu é chamado de Machon. Aqui fica a Casa da Glória, a grande biblioteca onde os Malakim observavam e estudavam os feitos da humanidade. É um lugar grandioso, de luz e sabedoria, onde o príncipe da ordem, Raziel, comandou por milênios os seus discípulos.

Em Machon havia ainda a Bancada da Paz, onde 300 anjos cantavam louvores ao Altíssimo. Agora, todavia, a biblioteca está vazia, e a bancada em silêncio. Há pelos menos 10 gerações, a casta dos Malakim, insatisfeita com a política celeste, abandonou o Sexto Céu, desaparecendo para sempre do cenário divino.

Por fim, no Sétimo Céu, Aravot, o próprio Deus descansa no topo de Tsafon, o Monte da Congregação. Apenas aos arcanjos é concedida a dádiva de visitar essa camada de luz.

Passagens Místicas

Passagens místicas Há muitos tipos de conexões místicas que ligam as diversas dimensões. As principais são os portais, os vórtices e os vértices.

Os portais são sem dúvida o tipo de passagem mais visado. Eles ligam os reinos Superiores e Inferiores (como o Céu e o Inferno) ou o Etéreo diretamente ao Plano Material. Uma entidade que cruze esse umbral não precisa gastar energia para se materializar, passando para a dimensão adjacente usando o seu corpo espiritual, sem que para isso tenha que formar um avatar. Da mesma forma, um ser humano pode alcançar outro plano de existência com o seu corpo físico, sem precisar projetar o espírito. Os portais permanentes são muito raros e por isso são vigiados pelas criaturas nativas das dimensões a que estão ligados.


Rio Styx

O Rio Styx O rio Styx é um mistério até mesmo para os Malakim. Ninguém sabe sua origem, sua natureza, ou onde começa e onde termina. Sabe-se, contudo, que ele é um rio exclusivamente espiritual, que percorre o Etéreo em locais específicos. Suas águas agem da mesma forma que os portais, transportando o viajante para algum reino Superior ou Inferior.

O Styx tem muitas bifurcações e trilhas diferentes, todas memorizadas secretamente pelos Barqueiros.


Sigilação

Sigilação é uma técnica usada na Magia do Caos. Baseia-se no fato de que, se você conseguir atingir seu subconsciente com um desejo, ele se manifestará de modo positivo, ou seja, se realizará. Para enganar o subconsciente, o mago transmuta seu desejo em uma coisa, um símbolo, e o lança em gnose para que este aja no real sensível. Foi aperfeiçoado a partir dos estudos de Austin Osman Spare, principalmente, e Aleister Crowley.
Possui muitas versões diferentes, principalmente em relação ao lançamento, mas em sua maioria são validas.