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domingo, 4 de agosto de 2013

Diferença entre sonho e projeção

Diferenças entre sonho e projeção


Veículos de manifestação
A consciência utiliza vários corpos ou veículos para se manifestar. O corpo humano ou soma é o veículo mais denso, percebido pelos sentidos físicos, quando estamos acordados, durante a vigília, momento em que todos os veículos de manifestação encontram-se em coincidência, encaixados uns nos outros. Durante o sono ou através de relaxamento físico, por exemplo, estes corpos se desencaixam ou entram em descoincidência, possibilitando à consciência, projetar-se para fora do corpo físico e atuar a partir de outro corpo, mais sutil ou menos denso, o corpo emocional ou psicossoma. O corpo físico permanece dormindo, inanimado, vazio de consciência, sendo mantido apenas pelas funções autônomas biológicas. Enquanto isso, a sede da nossa consciência que se encontra no psicossoma, pode atuar livremente, em outras dimensões. Há ainda a manifestação através do corpo mental ou mentalsoma, sinalizando maior nível de lucidez e racionalidade e menos emotividade. A manifestação da consciência é também bioenergética, quando utiliza o corpo energético ou energossoma, responsável pela saúde e vitalidade. Ao conjunto de todos esses corpos (soma, psicossoma, mentalsoma e energossoma) denominamos holossoma.
Durante uma projeção consciente, é comum a pessoa sentir-se flutuando acima de seu corpo físico. Outras vezes, ela é capaz de ver o próprio corpo adormecido no leito. O projetor também pode sentir vibrações agradáveis em todo corpo, sons ou ruídos dentro da cabeça, sensação de queda-livre, incapacidade temporária de mover o corpo físico, sensação de inchar ou inflar como balão e vários outros sinais correlacionados ao fenômeno projetivo.
Tipos de projeções
Quase sempre as projeções ocorrem de modo involuntário ou espontâneo, durante o sono natural ou até mesmo durante um simples cochilo. Em outros casos, a projeção consciente ocorre em situações críticas, como é o caso das Experiências de Quase-Morte (EQMs), tipo de projeção forçada, compulsória ou patológica, causada por traumas orgânicos, acidentes físicos e comum a pacientes terminais ou sobreviventes da morte clínica.

Postado por Catharine

sábado, 3 de agosto de 2013

Fenômenos Parapsíquicos

Fenômenos Parapsíquicos

O estudo teórico e prático dos fenômenos parapsíquicos pelo IIPC - Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia, visa o desenvolvimento e a evolução da consciência, que vivencia e comprova, por si mesma, a existência de outras dimensões.
De acordo com a Projeciologia, todas as pessoas podem vir a desenvolver capacidades parapsíquicas. Esse desenvolvimento depende da vontade, determinação, intenção e superação de traços pessoais. O importante é desenvolver a capacidade de maneira sadia, com objetivos éticos e assistenciais, em prol da evolução da consciência.
Atualmente a ciência Conscienciologia, que pesquisa a consciência (ego, self, alma, eu) em uma abordagem mais ampla, traz a proposta de empregar os fenômenos parapsíquicos ou paranormais como ferramenta de pesquisa no entendimento de si mesmo e dos outros. Esta abordagem inovadora, pressupõe que o pesquisador esteja aberto a experimentar realmente aquilo que está pesquisando, ou seja, que produza por si mesmo os fenômenos parapsíquicos a partir de técnicas que empregam a vontade e tire suas conclusões. Uma das especialidades desta ciência é a Projeciologia, que se dedica ao estudo das experiências fora do corpo físico (viagem astral, desdobramento, out-of-body experience) e outros fenômenos gerados a partir da expansão das energias pessoais. Visando preservar a fisiologia e a manutenção da lucidez pessoal, não são empregadas e nem recomendadas pela Conscienciologia e Projeciologia o uso de substâncias psicoativas na pesquisa dos fenômenos parapsíquicos, mas o uso da própria vontade.
Vários fenômenos conhecidos são decorrentes da ampliação das percepções além dos sentidos físicos devido a algum tipo de descoincidência, podendo ser uma minidescoincidência ou uma descoincidência completa de um ou mais veículos de manifestação.

Técnicas Projectivas

Técnicas Projetivas

Há várias técnicas para promover a saída lúcida para fora do corpo, dentre as quais apresentaremos algumas. Para aqueles interessados em conhecer outras, indicamos o tratado Projeciologia. Na aplicação das técnicas é importante observar os seguintes fatores básicos:

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Sheol

O Sheol 
Os Nove Infernos, o Inferno, ou o Sheol, como é chamado, representa a designação do lugar que inicialmente foi uma dimensão-cemitério, dedicada a abrigar os cadáveres de Tehom e dos Deuses das Trevas, vencidos por Jeová durante as Batalhas Primevas.

Após a Guerra no Céu, Lúcifer e seus seguidores se refugiaram no Sheol, proibidos até mesmo a caminhar sobre a terra dos homens. Assim, eles foram confinados ao lugar que os anjos chamam de o “Porão” do cosmo.


Paraíso

O Paraíso 

O Paraíso é uma dimensão única, um cosmo particular, e está dividido em sete camadas.

A primeira delas, chamada de Vilon, é o lar dos Ishim, e contêm celeiros de neve e granizo, reservatórios de orvalho e chuvas, câmaras de tempestades e cavernas de nevoeiro. A camada guarda, em si, quatro reinos, controlados por anjos poderosos.

Cada reino é regido por uma província elemental e, em seu centro, como uma imponente capital, encontram-se construções magnânimas – a Cidadela do Fogo, capital da Província do Fogo; o Templo do Trovão, capital da Província do Ar; o Castelo das Ondas, na Província da Água; e o Palácio de Areia, núcleo da Província da Terra.

Foi de Vilon que partiram as hecatombes de antigamente, como o Dilúvio e a Grande Tempestade de Gelo, que marcou o início da última Era Glacial.

No Segundo Céu, Raqui'a, reina a completa escuridão sobre os criminosos ali acorrentados à espera do Juízo Final. Esse Céu contém a Gehenna, e seu reservatório de trevas. Nesse local, os maus são punidos e os anjos da casta dos Hashmallim os torturam.

Por milhares de gerações, antes da Queda de Lúcifer, a Gehenna foi governada pelo próprio Lúcifer. Nessa época remota, era para lá que seguiam as almas dos homens perversos, daqueles que viveram na corrupção e precisavam pagar por seus pecados.

Após a guerra contra Miguel, e a condenação da Estrela da Manhã e de seus servidores, a camada deixou de ser um calabouço de mortos, e tornou-se um Purgatório, um lugar de julgamento. Se forem julgadas inocentes, essas almas podem seguir viagem rumo ao Terceiro Céu, e gozar das maravilhas do Éden, mas se forem declaradas culpadas são atiradas ao Poço Profundo, aos domínios do Diabo no Inferno. Assim, o Céu fica livre dos espíritos corrompidos, e o Sheol recebe com prazer os novos visitantes.

Em Raqui'a também está fixado o Cárcere do Medo, uma prisão destinada aos anjos foras-da-lei e aos demônios mais perigosos. Três dos anjos renegados, capturados com vida, foram trazidos para cá, para serem posteriormente assassinados, sob tortura.

No Terceiro Céu, Shehaquim, localiza-se o Éden, uma terra cheia de maravilhosas árvores frutíferas, colinas, montanhas, vales, planícies e florestas de magnífica beleza, onde reina a completa harmonia. Esse é o destino final dos justos que viveram em nome da honra e da bondade.

Inúmeras colônias espirituais – verdadeiras cidades onde impera a lei da caridade – estão espalhadas por todo o Éden. Elas são guiadas por almas evoluídas, como os espíritos dos santos, mártires e profetas.

O Jardim do Éden terreno recebeu este nome devido à sua incrível semelhança com o seu equivalente celestial. Shehaquim é a última camada permitida aos desencarnados, aos humanos já mortos.

O Quarto Céu, Zebul, é o Céu intermediário, a camada que divide o Paraíso. Dali para cima habitam os anjos e os arcanjos, e por isso Zebul está defendida por dezenas de fortalezas, patrulhadas pelos Querubins.

Esses fortes têm por objetivo bloquear qualquer invasão, garantir a integridade da morada dos alados, e salvaguardar o trono de Deus.

Logo acima desse, o Quinto Céu, Ma'on, abriga o Palácio Celestial, onde o Conselho dos Arcanjos toma suas decisões, assistido pela Assembléia dos Arautos – poderosos anjos que representam suas castas junto aos Gigantes. Atualmente, contudo, Miguel isolou-se de tal forma que a solidez do conselho se tornou uma farsa.

O Sexto Céu é chamado de Machon. Aqui fica a Casa da Glória, a grande biblioteca onde os Malakim observavam e estudavam os feitos da humanidade. É um lugar grandioso, de luz e sabedoria, onde o príncipe da ordem, Raziel, comandou por milênios os seus discípulos.

Em Machon havia ainda a Bancada da Paz, onde 300 anjos cantavam louvores ao Altíssimo. Agora, todavia, a biblioteca está vazia, e a bancada em silêncio. Há pelos menos 10 gerações, a casta dos Malakim, insatisfeita com a política celeste, abandonou o Sexto Céu, desaparecendo para sempre do cenário divino.

Por fim, no Sétimo Céu, Aravot, o próprio Deus descansa no topo de Tsafon, o Monte da Congregação. Apenas aos arcanjos é concedida a dádiva de visitar essa camada de luz.

Passagens Místicas

Passagens místicas Há muitos tipos de conexões místicas que ligam as diversas dimensões. As principais são os portais, os vórtices e os vértices.

Os portais são sem dúvida o tipo de passagem mais visado. Eles ligam os reinos Superiores e Inferiores (como o Céu e o Inferno) ou o Etéreo diretamente ao Plano Material. Uma entidade que cruze esse umbral não precisa gastar energia para se materializar, passando para a dimensão adjacente usando o seu corpo espiritual, sem que para isso tenha que formar um avatar. Da mesma forma, um ser humano pode alcançar outro plano de existência com o seu corpo físico, sem precisar projetar o espírito. Os portais permanentes são muito raros e por isso são vigiados pelas criaturas nativas das dimensões a que estão ligados.


Rio Styx

O Rio Styx O rio Styx é um mistério até mesmo para os Malakim. Ninguém sabe sua origem, sua natureza, ou onde começa e onde termina. Sabe-se, contudo, que ele é um rio exclusivamente espiritual, que percorre o Etéreo em locais específicos. Suas águas agem da mesma forma que os portais, transportando o viajante para algum reino Superior ou Inferior.

O Styx tem muitas bifurcações e trilhas diferentes, todas memorizadas secretamente pelos Barqueiros.


sexta-feira, 26 de julho de 2013

Dicas Para Projeção Astral

 "De acordo com Robert Monroe, qualquer pessoa consegue viajar fora do corpo. Tudo que precisa é de pratica e da vontade de fazê-lo. A quem tentar a EECs, Monroe sugere os seguintes passos:

1-Num quarto escuro, onde você não seja perturbado, deite-se em posição confortável, com a cabeça em direção ao norte. Desaperte as roupas e tire as jóias;

2-Relaxe a mente e o corpo. Feche os olhos e respire de modo rítmico, mantendo a boca ligeiramente entreaberta;

3-Focalize uma única imagem, a medida que vai caindo no sono. Quando atingir aquele estado limítrofe entre a vigília e o sono relaxe ainda mais, concentrando-se na escuridão além de suas pálpebras;

As Kinesis (Cineses)

As kinesis (cineses, cinéticas) são técnicas psíquicas para causar o movimento de qualquer tipo de coisa, inclusive a água, o fogo ou o trovão.

Teoricamente, todas as variedades de cineses são uma derivação da telecinese, que por sua vez é uma derivação da psicocinese, que compreende toda e qualquer habilidade paranormal.
Com o uso das cineses seria possível controlar qualquer tipo de energia.

A kinesis se divide em 13 tipos:

Aerokinesis, Biokinesis, Criokinesis, Chorokinesis, Electrokinesis, Geokinesis, Hidrokinesis, Luminokinese, Pyrokinese, Psicokinese, Lunarkinese, Atmokinese e Telecinese.

Aerokinesis:
O controle do ar, das brisas, do vento, dos redemoinhos, dos furacões e dos tornados. Uma kinese que pode ser usada para coisas simples ou para as mais grandiosas. Desintoxicar o ar, dissipar fumaça, criar brisas, redemoinhos, ventos, entre outras coisas, são as habilidades de um Aerokinetico.
Aerokinese precisa ser praticada de maneira livre, a céu aberto e preferencialmente com movimentos físicos, portanto seja cauteloso ao escolher um lugar para treinar. Eu recomendaria um parque, num horário de pouca movimentação, onde haja árvores.

Biokinesis:
Também conhecida como Vitakinese, a Biokinese pode ser a mais útil de todas as kinesis. O poder da cura

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Os 72 nomes de Deus 2

De acordo com Rav Ashlag, em artigo publicado pelo amigo Shmuel Lemle, o tempo não é uma grandeza que pode ser medida pelos relógios ou calendários. Diz ele: "O sistema todo é simplesmente um referencial para que saibamos quando acessar diferentes pacotes de energia. A melhor maneira de entendermos isso é pensar no tempo como cestas numa linha de produção ou linha de montagem. Você só consegue lidar com aquela que está a sua frente. É nosso trabalho, como funcionários da linha de montagem, encher essas cestas de Luz. Infelizmente, quando estamos abraçando aquele nosso caos do passado, estamos tentando preencher cestas que já se foram há muito tempo. E quando vivemos com medo do futuro estamos tentando preencher cestas que ainda não foram criadas. Isto nos deixa apenas com mais cestas vazias e, consequentemente, nos sentindo vazios. A verdadeira lição é que a única coisa que temos agora é o agora. Isso mesmo. A única ferramenta que temos em nossas mãos para tomar controle do futuro e para corrigir o passado é injetar Luz no presente".

Podemos acelerar o nosso processo de plenitude através de várias maneiras, porém, uma das mais eficientes, que atua no DNA de nossas almas é mediante o uso dos 72 Nomes de Deus, que são freqüências poderosíssimas e que a nossa alma identifica imediatamente, independentemente de sabermos ou não o idioma hebraico ou o aramaico (hebraico místico).

Bem, mas isso não vem ao caso, o importante é conhecer os 72 Nomes de Deus (cada qual representa um pólo positivo, um pólo negativo e um fio terra) e usá-los da seguinte forma:

Permaneça alguns minutos em local apropriado meditando e retirando a incerteza de tudo. Tenha Fé no Poder das Letras e acomode-se da forma mais confortável e em ambiente silencioso, pois através dessa ação física você acessará o mundo espiritual.

Códigos de Luz
Os chamados 72 nomes de Deus são, de fato, 72 palavras formadas por 3 letras hebraicas cada, que, de acordo com a cabala, possuem o extraordinário poder de superar as leis da natureza humana e universal. Cada conjunto de 3 letras corresponde a um atributo divino e funciona como um elo que transmite a energia da Luz divina para o nosso mundo físico. Assim, cada seqüência serve para atrair uma energia específica a determinada situação ou necessidade, como “ordem para o caos”, “afeição”, “ouvir sua alma”, “integração” e “influências angelicais”.

Cada um dos nomes de Deus, pela característica de suas formas e pela ressonância de seus sons, atua como antenas parabólicas, que estimulam e liberam a energia invisível da criação. Individualmente, cada letra representa uma energia específica, que regula fontes de sabedoria, saúde, prosperidade ou amor. Cada som gerado pela vibração da pronúncia da letra representa uma força energética diferente. A distinta combinação de letras, por meio de sua cor, luz e som, cria  tipos desiguais de energia, da mesma forma que diferentes combinações de notas musicais geram distintos tons e melodias.

A energia dos nomes também é reativa ao ambiente, ou seja, ela percebe as vibrações que estão ao redor e adapta-se a elas. “Faça seu trabalho espiritual sempre meditando nos 72 nomes de Deus, orando conforme manda seu coração, e verá que a Luz se encarregará de enviar para você aquilo que lhe é necessário”, orienta Natan.

Mais que proferir os nomes, fica evidente a necessidade de compreendê-los. “Entender, nesse caso, não é um processo apenas intelectual, mas algo que combina razão com emoção. É a aceitação de algo como parte inseparável de nós mesmos”, conclui Alberto. Em outras palavras, a cabala ensina que todos os tipos de realizações que buscamos estão contidas nessa luz. Basta saber recebê-las. Confira alguns deles ao redor dessas páginas, pratique a contemplação e inspire-se com o poder que deles emana.


Carece de fontes
Catharine

72 nomes de Deus 1

A Kabbalah ensina que todo ser humano compartilha o mesmo propósito final na vida, que é receber a completa felicidade e plenitude que Deus deseja para nós. Mas ao mesmo tempo em que é fácil falar, há também a necessidade de um trabalho espiritual verdadeiro, a fim de remover as tendências negativas que nos afastam das dádivas da vida. E ao assumirmos este trabalho, nossas almas necessitam de suporte técnico, assim como um computador ou qualquer outro mecanismo altamente sensível.

Um dos ensinamentos mais importantes da Kabbalah é que não nos encontramos sozin
hos nas tarefas da vida. Existem ferramentas poderosas para nos ajudar, incluindo a própria Bíblia. A Kabbalah ensina que a Bíblia nem é um tópico de estudo acadêmico nem um livro de mandamentos e proibições que devam ser entendidos literalmente. A Bíblia é um documento em código, no qual as escoras do universo encontram-se ocultas - inclusive a incrível tecnologia espiritual conhecida como os 72 Nomes de Deus.

O que são realmente os 72 Nomes? De acordo com os ensinamentos cabalísticos, 72 seqüências únicas de letras hebraicas do Capitulo 14 do livro de Êxodus criam uma vibração espiritual que constitui um poderoso antídoto para a energia negativa do ego humano. Esta revelação é um passo adiante crucial no trabalho de milhares de anos dos mestres cabalistas.

Cada geração sucessiva de sábios avançou na tarefa de decodificar a Bíblia - cada um construindo em cima do trabalho daqueles que o antecederam, cada um dando sua própria contribuição à sabedoria cabalística. O propósito e o compromisso do Kabbalah Centre é continuar este trabalho. O estudioso cabalístico Yehuda Berg devotou cinco anos à pesquisa e descoberta dos significados ocultos das seqüências de letras que compreendem os 72 Nomes. Sua revelação foi um marco na história de séculos da Kabbalah.

A chave para se conectar com o poder dos Nomes é encontrada nas passagens bíblicas específicas das quais elas derivam. Conforme descreve a Bíblia, 600.000 israelitas estavam às margens do Mar Vermelho. O Faraó e o exército egípcio os estavam perseguindo. Com o mar à sua frente e seus inimigos atrás, parecia que não havia para onde os israelitas se voltarem. Eles só podiam clamar a Deus pela salvação. E o que o Criador disse em resposta aos seus apelos? Esta é uma das passagens mais cuidadosamente estudadas e debatidas em todo o estudo bíblico. A resposta foi: “Por que vocês estão clamando a mim?”

Mas a quem poderiam os israelitas clamar senão a Deus? Os cabalistas explicam que a passagem é uma mensagem codificada, explicando o segredo da natureza humana e a forma de suplantar os desafios que enfrentamos durante as nossas vidas. 

Em seu comentário sobre esta passagem, o Zohar, a fonte da sabedoria cabalística, explica que não havia necessidade da ajuda do Criador - porque naquele momento Moisés revelou os 72 Nomes, e a consciência coletiva do povo estava elevada. Mas nem uma única molécula de água se moveu até que o povo tivesse fisicamente caminhado em direção ao mar com certeza absoluta. Somente quando estavam com as ondas na altura do pescoço - e ainda assim mantendo total certeza de que a água se abriria - o mar se partiu para proporcionar-lhes uma passagem para a liberdade. 

Como o Zohar deixa claro, o propósito dos 72 Nomes está oculto na história em que eles são encontrados. Os Nomes constituem uma ferramenta para ajudar a humanidade a assumir o controle sobre o caos, controlando a natureza física. Ao usar os 72 Nomes, os israelitas superaram a negatividade da dúvida baseada no ego e desta forma mudaram a natureza da água, até que ela deixasse de fluir. De acordo com a Kabbalah, a humanidade está destinada a ter o controle sobre a natureza física; o único obstáculo é o nosso ego. Superar o ego em sua raiz permite o controle sobre o mundo físico, e este é o propósito do INSTRUMENTO QUE SÃO OS 72 NOMES.

O Zohar explica ainda que, apesar do que possamos acreditar, nosso ego não constitui realmente quem somos. Mais apropriadamente, os cabalistas descrevem o ego como uma vestimenta, uma cortina que esconde a Luz do nosso eu verdadeiro. Nosso propósito neste mundo é remover a vestimenta que oculta nossa verdadeira essência e potencial. 

O antigo Kabbalista Rav Shimon bar Yochai escreveu no Zohar que foi Moisés e não Deus que dividiu o Mar Vermelho, permitindo que os israelitas escapassem por pouco do Faraó e do exército egípcio. A fim de conseguir esse milagre aparente, Moisés combinou o poder da certeza com uma tecnologia espiritual poderosa. Ele possuía uma fórmula que literalmente lhe deu acesso ao reino subatômico da natureza.

A fórmula que Moisés usou para superar as leis da natureza ficaram ocultas no Zohar durante 2000 anos.

Essa fórmula é chamada os 72 Nomes de Deus. Não são nomes como Beti, Guilherme ou Bárbara, mas 72 sequências compostas por letras hebraicas que possuem o extraordinário poder de superar as leis da natureza sob todas as formas, inclusive a natureza humana.

Embora esta fórmula esteja codificada na história bíblica literal da divisão do Mar Vermelho, nenhum rabino, estudioso  ou padre tinha ciência desse segredo. Ele era conhecido apenas por alguns kabbalistas - que também sabiam que quando o tempo certo chegasse, a fórmula seria revelada ao mundo.

Agora, depois de aproximadamente 2000 anos de ocultamento, pesquisadores contemporâneos também podem acessar esse poder e essa energia estudando e invocando os 72 Nomes de Deus.

Os 72 Nomes são cada um uma sequência de três letras, que atuam como um disparador de frequências espirituais específicas. Ao simplesmente olhar as letras, bem como fechar os olhos e visualizá-las, você pode se conectar com essas frequências.
Usando uma metáfora física para descrever o que acontece quando se usam os 72 Nomes, pense em um diapasão, uma ferramenta usada para estabelecer um tom preciso. Quando você aproxima um diapasão de outro que não esteja vibrando, o segundo começa a vibrar pelo fenômeno chamado “transferência simpática”.

Os 72 Nomes trabalham como diapasões para fazer reparações no nível de alma. Isso significa, falando em termos práticos, que você não tem que passar por alguns testes mais exigentes na vida, você pode sintonizar seu corpo e sua alma com as frequências espirituais que seus olhos não percebem.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Plano Astral

                                    Plano Astral

                           

O plano astral (para quem não sabe é o lugar para onde vamos na projeção astral) 
Também chamado de Mundo Sem Cor, o Astral, a primeira camada e a mais rasa, se conecta ao Mundo Físico pelo Tecido da Realidade. É o reflexo, puro e simples, do Plano Material. É por onde caminham as almas sem rumo, chamadas também de fantasmas, que ainda têm assuntos pendentes junto aos vivos, e que insistem em não aceitar o fato de estarem mortas.
No Plano Astral, as cores resumem-se ao preto e branco; não há gravidade, e assim os viajantes podem se mover em todas as direções, e atravessar objetos do mundo palpável como se eles fossem apenas espectros de luz, projetados na parede por feixes de holofote. É para esse plano que vão os viajantes astrais.

Plano Etéreo


Para entendermos esse plano vamos primeiro entender as criaturas que habitam nele, os espíritos etéreos:

Antigamente, nos primórdios da humanidade, muitas aldeias não reconheciam a existência de um único Deus, e veneravam suas próprias divindades locais. Essas divindades nada mais eram do que espíritos de grandes heróis, que adorados após a morte se tornaram entidades poderosas, crescendo com a energia das preces de seus dedicados fiéis. De maneira a permanecer em contato com o seu séquito de adoradores, essas entidades preferiam não seguir para o Paraíso, mas permanecer na camada mais profunda do Mundo Espiritual, o chamado Plano Etéreo – daí chamá-las de espíritos etéreos. Os espíritos etéreos, reconhecidos como deuses verdadeiros até a propagação do cristianismo, foram mais tarde denominados deuses pagãos (ou muitas vezes, apenas, como seres parte da cultura ou folclore de uma região), pelos homens mortais.

Definição de Plano Etéreo:



A camada mais profunda do Mundo Espiritual, o Plano Etéreo, está separada do Plano Astral por uma membrana semelhante ao Tecido da Realidade, chamada de Membrana Etérea. Esse é o lar dos poderosos espíritos desencarnados e dos deuses pagãos.
Embora a geografia do Etéreo seja a mesma que a do Mundo Físico, as construções e objetos feit
os pelo homem não encontram reflexo por lá. Na verdade, as entidades que habitam o Etéreo ergueram suas próprias civilizações além das fronteiras da realidade humana. Por essa razão, as cidades, torres e palácios existentes nessa camada não são vistos ou percebidos pelos mortais, à exceção de magos ou sacerdotes dotados de poderes para isso.
É no Plano Etéreo que fica a famosa ilha mística de Avalon, venerada pelos povos celtas, e que por isso era avistada apenas por algumas pessoas, quando a Membrana Etérea afinava e a conexão com o Mundo Espiritual permitia a sua observação. O templo dos deuses localizado no topo do Monte Olimpo, na Grécia, é igualmente uma construção etérea.

Outros Planos:


Além do Astral e do Etéreo há outros planos sobrepostos ao Físico, porém menos conhecidos e visitados, e de mais difícil acesso. Alguns são curiosos, como o Mundo dos Sonhos; outros enigmáticos como a Dimensão dos Espelhos; e há também aqueles perigosos e sinistros, como o Plano das Sombras.

O Tecido da Realidade

O Tecido da Realidade 



O Tecido da Realidade, segundo os anjos Malakim, é formado pela consciência coletiva da humanidade. É uma defesa inconsciente dos homens a tudo aquilo ao
 qual não podem compreender, e tampouco afrontar. Ele nasceu quando o primeiro terreno, Adão, tomou razão de quem era, e passou a questionar a natureza do universo palpável.

Desde então, as pessoas vêm criando explicações lógicas para tudo o que vêem, costurando uma membrana psíquica entre aquilo que consideram real e o que julgam onírico. E essa força humana é tão exuberante que foi mesmo capaz de dividir o espaço, e segmentar as duas realidades distintas, o Mundo Físico e Espiritual.


Qualquer efeito místico produzido na realidade mundana é dragado dos planos além. A energia dos encantos dos magos provém de sua alma humana, que reside no Plano Astral. A potência das divindades dos anjos dimana de sua aura pulsante.

Assim, os feitiços devem atravessar a película para serem lançados no Mundo Físico. Quando mais grosso o Tecido, mais difícil é a mágica.

Antes do Dilúvio a membrana era muito mais fina, aliviando o ofício dos bruxos. Por outro lado, isso otimizava também o poder dos arcanjos, e a difusão de suas catástrofes. Hoje, só os humanos mais dotados podem manipular as forças incríveis.




Créditos atribuídos á ~Caçadora